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Resumo para a alimentação dos menores de um ano.

Como “bombar” o seu leite: Consuma cápsulas de DHA, ela irá melhorar o perfil lipídico do seu leite e ajudará sua criança a ser mais inteligente. Beba bastante líquido e deixe seu bebê mamar o quanto quiser, isso aumentará sua produção do leite.

O que não pode: Tudo que for artificial, tudo que tiver nos ingredientes nomes desconhecidos e tudo que for adoçado ou salgado.

O que pode: Tudo que for natural, tudo que não tiver sal e nem açúcar, e que não tiver efeitos colaterais conhecidos.

Ovo, carne de porco, glúten e peixe: devem ser apresentados entre o sexto e oitavo mês.

Oleaginosas e frutos do mar: Devem ser apresentados apenas após um ano e quando houver casos de alergia na família, após os 3 anos. Fique atento!!! O fato de a criança conhecer o alimento já grandinha não significa que ela não terá reações. Nunca teste nada de noite e nem em viagens.

Quem é melhor: Não existe a melhor fruta, o melhor legume, o melhor feijão, o melhor carboidrato ou a melhor carne. Esse é o momento de criar uma biblioteca na cabeça da sua criança. Aposte na variedade, sempre com equilíbrio e moderação.

Papinha ou BLW: O que você se sentir mais seguro e confiante. Lembrando que você não precisa escolher apenas um. O filho é seu! Faça o que preferir.

Quantidade: Cada um sabe de si. Quem vai te dizer quanto precisa comer é o seu bebê. Mesmo não sabendo falar, eles sabem comunicar muito bem. Fique tranquilo! Deus te deu um radar personalizado. Você vai entender!

Engasgos: Bebês nunca devem se alimentar sozinhos. Todos os cuidadores devem saber desengasgar uma criança. Não espere acontecer. No YouTube tem vídeos do corpo de Bombeiros explicando os procedimentos.

Consistência: diferente do que muitos pensam, a mastigação é inconsciente. Experimente colocar um chiclete na sua boca e não mastigar. Basta se distrair que a mastigação irá começar sem que você perceba. Por isso, é tão importante que a alimentação do bebê JAMAIS seja liquidificada ou peneirada. Os pedacinhos estimulam a mastigação. Comece amassando com um garfo e evolua de forma que com um aninho a criança já possa comer a consistência da comida da casa.

Redinhas alimentadoras de frutas e vegetais: Evite o uso. Isso é semelhante a comer algo com a embalagem.  Comer vai muito além de fazer nutrientes descer “goela abaixo”, envolve prazer. A introdução alimentar é uma fase de muitas descobertas e diferentes sensações (táteis, olfativas, visuais e de paladar). Não prive seu filho desse prazer. Além disso, as redinhas não estimulam a mastigação e algumas são de difícil higienização.

Tirar glúten e lactose: Ao excluir essas substâncias, você manda ao corpo o recado de que ele não precisa aprender a lidar com elas. Assim a tolerância, que é dose-dependente, vai diminuindo e com o tempo o glúten e a lactose realmente começam a fazer mal.

Farinhas no leite: A maioria das farinhas disponíveis no mercado (Farinha láctea, Neston, Mucilon, Nutren, Pediasure, Sustagem e outras) possuem corantes, sabor e aroma artificial, além de muito açúcar, o que vicia o paladar da sua criança. Você concorda que uma criança que toma várias mamadeiras durante a infância adoçadas, coloridas e com cheirinho terão mais dificuldades no futuro de aceitar alimentos naturais como o leite puro, por exemplo? Então quer começar certo? Troque essas farinhas por aveia, se necessário. Lembrando que não são todas as crianças que precisam de farinhas.

Suco: Contra indicado antes de um ano por ter alto índice glicêmico e baixo teor de fibras. Prefira a fruta.

Adoçar: Antes de dois anos, evite adoçar as refeições da sua criança para que ela conheça o sabor natural de cada alimento. Lembre-se: o sabor doce é inato ao ser humano e o salgado é muito bem aceito. O amargo e o azedo precisam ser ensinados por você.

Mel: Vale lembrar que apesar de não existir mais o risco de botulismo, não convém apresentar mel antes dos dois anos.

Sal: somente depois de um aninho. Antes disso, abuse de alho, cebola, ervas e outros temperos naturais.

Água: ofereça a partir de seis meses, várias vezes por dia. Não existe volume ideal, porque isso depende de quanto o bebê mama. Incentive sem forçar.

Água de coco: não é nenhum crime, mas não deve ser consumido com frequência e nem substituir a água.

Lanche: Pão, bolo e biscoito é dispensável para qualquer pessoa. Em geral eles não entram para somar, e sim para substituir leite ou fruta, o que não é interessante.

Sobremesa: Fruta sempre será a melhor opção e pode aumentar a absorção do ferro da comida em até 20x.

Quando a criança pode começar a comer a comida da casa: A partir de um aninho, desde que a comida da casa seja saudável.