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É muito comum tentar resolver os problemas alimentares com suplementos de vitaminas e minerais. O raciocínio é mais ou menos assim “Se ele não consegue os nutrientes através da alimentação, eu dou em forma de suplemento”.

Uma vez que você dá um suplemento, você pode mascarar a necessidade do corpo e ele deixa de mandar sinais e vontades de comer determinados alimentos, ou seja, você só se embola num “ciclo vicioso”.

Por exemplo, se o corpo da criança precisa de vitamina C, ele pode sinalizar (ou não) uma vontade de consumir alimentos cítricos ou azedos. Mas se por antecipação você oferta um suplemento de vitamina C, o corpo não tem tempo hábil para sinalizar essa necessidade e, talvez, a vontade de chupar uma laranja ou tomar um suco de maracujá deixe de aparecer, contribuindo para o desinteresse pelos alimentos.

Muitas vezes o que chamamos de “vontade” nada mais é do que o corpo avisando que você precisa de algo que está presente no alimento desejado.
O excesso de alguns nutrientes pode fazer muito mal e até ter um efeito tóxico ao organismo.

O suplemento serve complementar a alimentação e não para garantir uma nutrição.

Suplementos alimentares não devem ser usados de forma indiscriminada. Somente um profissional habilitado pode fazer sua prescrição.